Professores da rede estadual do Alto Tietê aderem à greve, diz Apeoesp

Publicado em Sexta, 31 Março 2017 14:35

Os professores da rede estadual de ensino devem decidir, nesta sexta-feira (31), se voltam ao trabalho ou se mantêm a greve que começou na terça-feira (28). Eles são contra a reforma previdenciária e também pedem reajuste salarial. Algumas escolas do Alto Tietê aderiram ao movimento. Por isso, os alunos ficaram sem aula.

O portão está aberto, mas do lado de fora nenhum movimento de alunos ou professores na manhã desta sexta-feira. Segundo Maria de Lourdes Rafael que é coordenadora da Apeoesp, a Escola Estadual Professora Edina Álvares Barbosa é uma das 42 unidades de Itaquaquecetuba que aderiram a greve. “Nós temos a grande maioria das escolas paradas. Tem um ou dois professores trabalhando, mas não tem alunos.” Ela diz ainda quais os principais motivos da paralisação. “A maior causa da greve é a reforma da previdência onde não só funcionários públicos sofrerão com essa pec.”

Já em Mogi das Cruzes na Escola Estadual Camilo Faustino de Melo, cerca de 30 alunos tentaram assistir aula. ”Falaram que alguns professores iam vir e eu vim, mas soube que os professores não vieram. Os professores estão certos por fazerem greve pelos direitos deles”, conta o aluno Matheus Tatsuya.

Segundo os estudantes até quinta-feira (30) estava tudo normal. A coordenadora da Apeoesp de Mogi das Cruzes, Vânia Pereira da Silva conta que dos quase 50 professores da unidade de ensino, apenas seis vieram. “A nossa subsede abrange Mogi, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim. Temos adesão maior em Mogi, discreta em Guararem e baixa em Salesópolis. Em Biritiba fecham escolas e Mogi tem percentual grande de escolas perto dos 100%”, avalia Vânia. Ela se queixa também de outros problemas que a categoria vem enfrentando. “Desde 2015, estamos sem reajuste e repasse da inflação. No Estado quem paga a crise são os trabalhadores porque não têm reajuste.”

Em Ferraz de Vasconcelos e Poá, segundo a Apeoesp, até quinta-feira (30), a adesão era de 35% e, em Suzano de 93%. A assembleia desta sexta-feira está marcada para 14h, na capital. Em nota, a Secretaria da Educação do Estado informou que mantém negociação aberta com os sindicatos e na região de Mogi das Cruzes, nenhuma escola foi paralisada por conta da greve.

Segundo a secretaria, no último dia 7 já foi pago o salário com acréscimo de 10% para mais de 18 mil professores de educação básica 1 e que nenhum professor do Estado de São Paulo recebe menos que o piso nacional. A secretaria orientou as diretorias de ensino a convocar professores eventuais e que, caso qualquer conteúdo seja perdido, vai ser reposto e lembra que faltas não justificadas serão descontadas.

(Portal G1, 31/03/2017)

 
 
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