PI: SINTE-PI participou de audiência pública contra privatização do setor elétrico

Publicado em Segunda, 02 Outubro 2017 11:28

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As diretoras do Sinte-PI, Odeni Silva e Antonia Ribeiro, estiveram representando a entidade durante uma audiência pública articulada pelo Sindicato dos Urbanitários e requerida pela deputada Flora Izabel, para discutir os impactos da privatização da Eletrobrás-PI (Cepisa) e a Chesf para o Piauí, na quarta-feira (28/09), no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

Estiveram presentes os deputados estaduais Juliana Moraes Souza, Firmino Paulo e Evaldo Gomes, o deputado federal Silas Freire, e os representantes da federação Nacional dos Urnabitários, dos Sindicatos dos Bancários do Piauí, dos Correios, SINTE, dos Engenheiros e alunos do curso de engenharia elétrica da UFPI, além dos trabalhadores da CHESF e Cepisa.

O economista da Cepisa, Antonio Pereira, e o engenheiro da CHESF (PB) Mozart Arnoud Bandeira, apresentaram os impactos da privatização desde o histórico das privatizações concretos de que privatização não representa melhoria. Por exemplo foi apresentado que após a privatização a tarifa de energia deverá ser reajusta em 44,55% ao ano, onde o governo fatia este reajuste em quatro vezes para que o usuário não sinta o impacto como um choque, sem contar que a tarifa social será extinta. Alertaram também sobre o caso da privatização estar vendendo também os Rios Parnaíba e São Francisco, ou seja, os rios não poderão ser utilizados para outros fins que não a geração de energia.

A professora Odeni Silva, vice-presiednte da CUT-PI, secretária geral do Sinte e diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores em educação (CNTE) fez um pronunciamento representando os sindicatos presentes e destacou o entreguismo que vem acontecendo no país após o golpe no governo. “O desmonte está acontecendo de forma acelerada e nós que compomos os sindicatos e representamos os trabalhadores de várias categorias, não podemos ficar de braços cruzados todas as vendo este governo ilegítimo acabar com o que nós construímos”, enfatizou Odeni. Ela elencou ainda os desmando como a aprovação da lei da terceirização, a reforma trabalhista e reforma do ensino médio, onde o primeiro ato do governo ilegítimo foi aprovar a Medida Provisória nº 95, que congela por 20 anos os investimentos e o crescimento do país, em todas as áreas sociais.

Como encaminhamento da audiência, a deputada Flora Izabel, juntamente com as entidades presentes, irão buscar diálogo com a bancada federal do Piauí para mostrar os efeitos desta privatização e buscar apoio para criação de uma frente parlamentar em defesa do setor elétrico.

Estiveram presentes os deputados estaduais Juliana Moraes Souza, Firmino Paulo e Evaldo Gomes, o deputado federal Silas Freire, e os representantes da federação Nacional dos Urnabitários, dos Sindicatos dos Bancários do Piauí, dos Correios, SINTE, dos Engenheiros e alunos do curso de engenharia elétrica da UFPI, além dos trabalhadores da CHESF e Cepisa.

O economista da Cepisa, Antonio Pereira, e o engenheiro da CHESF (PB) Mozart Arnoud Bandeira, apresentaram os impactos da privatização desde o histórico das privatizações concretos de que privatização não representa melhoria. Por exemplo foi apresentado que após a privatização a tarifa de energia deverá ser reajusta em 44,55% ao ano, onde o governo fatia este reajuste em quatro vezes para que o usuário não sinta o impacto como um choque, sem contar que a tarifa social será extinta. Alertaram também sobre o caso da privatização estar vendendo também os Rios Parnaíba e São Francisco, ou seja, os rios não poderão ser utilizados para outros fins que não a geração de energia.

A professora Odeni Silva, vice-presiednte da CUT-PI, secretária geral do Sinte e diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores em educação (CNTE) fez um pronunciamento representando os sindicatos presentes e destacou o entreguismo que vem acontecendo no país após o golpe no governo. “O desmonte está acontecendo de forma acelerada e nós que compomos os sindicatos e representamos os trabalhadores de várias categorias, não podemos ficar de braços cruzados todas as vendo este governo ilegítimo acabar com o que nós construímos”, enfatizou Odeni. Ela elencou ainda os desmando como a aprovação da lei da terceirização, a reforma trabalhista e reforma do ensino médio, onde o primeiro ato do governo ilegítimo foi aprovar a Medida Provisória nº 95, que congela por 20 anos os investimentos e o crescimento do país, em todas as áreas sociais.

Como encaminhamento da audiência, a deputada Flora Izabel, juntamente com as entidades presentes, irão buscar diálogo com a bancada federal do Piauí para mostrar os efeitos desta privatização e buscar apoio para criação de uma frente parlamentar em defesa do setor elétrico.

(Sinte-PI, 29/09/2017)

 
 
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