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Na luta pela manutenção de direitos, os profissionais da Educação da rede estadual, em greve há 39 dias, iniciaram nessa quinta-feira (04/07) com protesto foi em frente a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT). O objetivo foi cobrar do governo que apresente proposta aos pontos determinantes da pauta de reivindicação: cumprimento da Lei 510/2013, com integralização dos 7,69% até a próxima data base, e suspensão imediata do corte de pontos e restituição dos dias descontados.

A mobilização, segundo o governo, inviabilizou o expediente no órgão esta manhã. A Seduc-MT é composta por cerca de 600 profissionais que, apesar de afastados das escolas, são beneficiados com as conquistas da luta.

A ação em frente a Secretaria é uma resposta ao governo Mauro Mende, de que sem a força dos servidores da educação o estado não avança. “Assegurar aos trabalhadores/as da educação uma remuneração justa, com base em direitos legítimos conquistados por muitos enfrentamentos contra, lutas e dificuldades é contribuir para a pujança econômica de Mato Grosso”, disse.

E mais, a paralisação das atividades da educação no estado atinge também algumas assessorias pedagógicas e Centros de Formação e Atualização de Profissionais (Cefapros). Cáceres, Barra do Garças, Peixoto de Azevedo, já estão com as atividades paradas, há mais de uma semana. “Garantir direitos não é avanço governador é obrigação do estado, por isso, pagamento de 13º aos contratados, convocação do concurso público, ou mesmo obras em escolas, é parte fundamental das atividades do Estado para com a população.

(Sintep-MT, 05/07/2019)

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