Escrito por: CNTE

DF: No Dia Mundial da Luta contra a Aids, Sinpro-DF faz evento para estudantes

Nesta quinta-feira (1/12), o Sindicato dos Professores recebeu em seu auditório 200 alunos(as) do 9° ano do ensino fundamental e do ensino médio do CEF 301 Recanto das Emas, CEF 312 Samambaia, CED Vale do Amanhecer de Planaltina, CEM 01 do Núcleo Bandeirante e CED Lago Norte.Na programação, os diretores do Sinpro fizeram um breve histórico sobre o Programa Nacional DST/A...

Nesta quinta-feira (1/12), o Sindicato dos Professores recebeu em seu auditório 200 alunos(as) do 9° ano do ensino fundamental e do ensino médio do CEF 301 Recanto das Emas, CEF 312 Samambaia, CED Vale do Amanhecer de Planaltina, CEM 01 do Núcleo Bandeirante e CED Lago Norte.

Na programação, os diretores do Sinpro fizeram um breve histórico sobre o Programa Nacional DST/AIDS e as ações desenvolvidas pela Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador e também pela Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade, em parceria com a CNTE, a Internacional da Educação e a Confederação dos Educadores Americanos (CEA) . Pouco depois, ocorreu uma atividade lúdica com o professor Miquéias Paz (mímica), seguido da exibição do filme “Sob o Mesmo Céu” e da palestra com Douglas Gomes (graduado em Serviço Social e pós-graduado em Estado, Governo e Políticas Públicas, pela UnB). Ao final da manhã, um debate foi realizado.

“Esta atividade é de culminância, pois já tivemos várias atividades neste ano. É um trabalho de educação constante, pois a contaminação da Aids continua crescendo, principalmente entre os jovens. Então precisamos chamar a atenção deles”, aponta Manoel Alves, diretor do Sinpro.

Após o evento, o Sindicato entregou kits para as escolas (livros, folders, panfletos, etc), além de dois banners e um cartaz, para que este trabalho seja continuado em sala de aula.

Caio Souza, aluno de 16 anos do CEM 01 Núcleo Bandeirante, diz que “este evento é bom, pois serviu para reforçar muitas coisas para quem já sabe, mas sempre temos uns colegas que sabem menos, então pra eles, essas explicações vão servir demais”, aponta.

(Sinpro-DF, 1/12/2016)