Entidades promovem mobilização em Cuiabá e Brasília em defesa da democracia e contra a tentativa de golpe
Amanhã, 8 de janeiro de 2026, três anos após a tentativa de golpe contra a democracia brasileira, a Frente Brasil Popular realiza o ato “8/01/2023 – Nunca Mais, a democracia venceu”.
Em Cuiabá, a mobilização começa com panfletagem na Praça Ipiranga, às 16h30, seguida da Roda da Democracia, com muito samba com Ju Grisolia, a partir das 18h, na Casa das Pretas, localizada na Praça da Mandioca, região central da capital.
As atividades reafirmam a defesa da democracia, fruto de lutas históricas de gerações contra a opressão, o autoritarismo e a exclusão social. O ato também alerta para a importância da organização popular permanente como forma de resistência à cultura autoritária da classe dominante.
“Defender a democracia é defender a dignidade humana, a justiça social e o direito de cada pessoa participar das decisões que afetam suas vidas”, destacam os organizadores.
País mobilizado
A data será marcada por mobilizações em todo o país. Em Brasília (DF), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) realiza ato em frente ao Palácio do Planalto, com a participação de trabalhadores, movimentos sociais, organizações políticas, sindicatos e centrais sindicais. A mobilização leva a bandeira “Em defesa da democracia, sem anistia para golpistas, pelo veto ao PL da Dosimetria”.
No Distrito Federal, o ato se estende com uma cerimônia simbólica no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá representantes de partidos, movimentos sociais e centrais sindicais. A mobilização cobra do presidente o veto ao PL da Dosimetria.
Para o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), o dia 8 de janeiro de 2023 representa uma grave ameaça ao povo brasileiro e às instituições democráticas.
“É fundamental fortalecer permanentemente a democracia e reafirmar a soberania nacional, enfrentando qualquer tentativa de golpe contra as instituições e contra o povo brasileiro”, afirma o presidente da entidade, professor Henrique Lopes.