Leia a matéria no Jornal Mural da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação, publicado em maio de 2026
O ano eleitoral é uma nova oportunidade para ampliar a presença de representantes comprometidos com os direitos humanos. Em 2024, houve um avanço simbólico nesse sentido, com a vitória de 233 pessoas da comunidade LGBTQIA+ eleitas em 197 cidades em todo o Brasil, segundo o levantamento da ONG VoteLGBT.
Já em 2022, nas eleições para o Senado, Câmara e assembleias estaduais, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) identificou 79 candidaturas de pessoas trans, um aumento de 44% em relação a 2018. Do total, 70 eram travestis ou mulheres trans, 5 homens trans e 4 pessoas não binárias. O pleito marcou um avanço histórico ao eleger, pela primeira vez, mulheres trans para o Congresso Nacional: Erika Hilton (PSOL-SP) e Duda Salabert (PDT-MG).
“O parlamento deve representar o conjunto do povo brasileiro, em toda a sua diversidade e nos seus diferentes segmentos”, afirma a presidenta da CNTE, Fátima Silva. Ela faz um alerta sobre discursos oportunistas de candidatos da direita. “A sociedade tem que estar atenta para quem de fato defende os direitos e as políticas públicas. Os falsos e hipócritas que tentam se apropriar dessa agenda não merecem credibilidade”, disse.
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