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[PI] Após Assembleia Geral, Sinte-PI mantém movimento grevista

Publicado: 28 Fevereiro, 2025 - 10h10 | Última modificação: 28 Fevereiro, 2025 - 10h34

Escrito por: SINTE-PI | Editado por: SINTE-PI

Divulgação-Sinte/PI
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Em Assembleia Geral realizada na manhã desta quinta-feira (27) os trabalhadores e trabalhadoras da rede estadual de educação, há quatro dias em greve, rejeitaram a proposta apresentada pelo governo Rafael Fonteles e mantém movimento grevista.

Assim, a categoria mantém a greve deflagrada na Assembleia Geral realizada no dia 19 deste mês na qual centenas de trabalhadores/as da rede estadual de educação, por unanimidade, aprovaram a proposta apresentada pela presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida, de entrar em greve por tempo indeterminado. A deliberação é resultado do sucateamento da educação pública no estado e da desvalorização profissional da categoria pelo governo estadual.

O movimento paredista começou na segunda-feira (24) com intensa mobilização nas escolas da rede estadual. Cumprindo a agenda de luta, na terça-feira (25), foi realizada uma manifestação na secretaria de educação em defesa da educação pública e do reajuste salarial de 6,27% de forma linear e na carreira e no dia 26, um Ato Público no Centro de Convenções de Teresina.

Para a presidente do Sinte-PI " a aprovação da greve geral por tempo indeterminado é a resposta da categoria a este governo que, como todo grupo neoliberal se julga acima dos trabalhadores e nos desrespeita tanto em termos materiais quanto políticos. Podemos e devemos negociar até a exaustão, mas exigimos um processo de negociação concreta e efetiva. Aqui não tem espaço para peleguismo", afirmou Paulina Almeida.

Ela também acentuou que a greve é um momento histórico que exige coragem e luta dos trabalhadores para reagir e enfrentar o rolo compressor e a máquina do governo que a todo custo tentará desqualificar o movimento para a mídia e para a sociedade piauiense.

Neste cenário, só a união da categoria é capaz de desmontar a estratégia de um governo que ataca e massacra a classe trabalhadora sem o mínimo pudor.
TODOS NA LUTA! TODOS EM GREVE!